quarta-feira, julho 25, 2007

Doce ilusão

Dizem que meu verso é triste
que vivo em sua solidão
Mal sabem que o deixo impresso na folha,
em letras miúdas
E fica em branco
O meu coração.

6 comentários:

Doug disse...

Curto e grosso tal qual um anão mal educado. Gostei!

Anônimo disse...

errinho de português :)
Mas mto bacana!

tati disse...
Este comentário foi removido pelo autor.
tati disse...

Hummm pro anônimo... Obrigada! Mas acuse a ré e mostre a prova do crime! Ou..
Gramática de Português - Ame-a ou deixe-a!!!
Como aquela velha frase erradíssima sobre nosso país!

Anônimo disse...

Acho que o pronome relativo "puxa" o pronome pessoal do caso oblíquo, não? ^^
"(...) que deixo-o (...)" -- que o deixo.

Bom, eu posso estar jurássico e isso ter mudado já! ^^
kissu kissu

Mari disse...

Ninguém nunca ouviu falar em licença poética?

Pois é... poetas podem tudo!!!

Falar é fácil; difícil é fazer igual!

Não liga, não, Tati! Vc é demais!

Bjs

Quem sou eu

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Rio de Janeiro, RJ, Brazil
Bacharel em Letras-Português Inglês pela UFRJ - Jornalista formada pela UNESA. Por mim mesma (26/07/2007) Não sei desenhar. Não vejo novela. Não sei quem é a atriz do momento. Como a nêga, nunca fui à Bahia não. Nem quero ir. Não gosto de mate. Não faço pilates. Nem ioga. Odeio Paulo Coelho. Abomino Jabour e Mainardi. Não queria morar numa cabana. Não queria ter um iate. Queria ter menos preguiça. Queria ter menos vontade. Queria tocar piano. Queria cantar. Bem alto. Queria ler todos os livros bons. Queria ler a alma, dos maus. Queria comer chocolate e não engordar. Rir na hora de calar. Queria ter mais amigos verdadeiros Queria ter menos amores vãos. Queria ter poderes mágicos. De parar o tempo. De fazer voltar as horas. Queria ter mais vidas Pra caber tudo Que eu queria ser.