segunda-feira, janeiro 22, 2007

Some poetry...

Seguindo a moda de fotos que
combinam com o post, resolvi
postar essa, bem sarcástica,
pra combinar com duas das quatro
poesias que vou postar aqui,
que aliás fiz no mesmo dia.
Exatamente um mês antes de
um evento marcante na minha
vida...sim, eu tenho um dom
premonitório rs. Ah, a última
descreve vários incidentes,
a odeio porque nunca ninguém
percebe o sentido que eu quis
dar, e não é esse o objetivo
principal da poesia? Bom, é ruim
então, se não alcançou o objetivo
que eu almejava, mas vou
postar aqui pra ver se alguém
descobre (dica: um dos "inci-
dentes" é o Tsunami).
Sem Título (provisoriamente rs)

Na escuridão de teus olhos
Na imensidão do teu céu
Mergulho sem pensar
O profundo silêncio se rompe
Com a intensidade do teu olhar

Gotas de chuva caem de meus olhos
E seu incessante arfar
Fundem-se numa união perfeita
Teu céu enfim
Desagüa no meu mar.




Despair

So naive was I to believe you
So desperate was the night
To deceive us

The smile too soon faded away
And so did the brightness of the day.



Aftermath

I have set myself free
You no longer own me

Once you were my love
Now you can’t even hold me

May sorrow be your company
I truly hope you have no rest
For now despair
Has become your only guest.




Indiferença / A Nova Era

Eu sonhei que a imensidão azul se enfurecia
E a tudo consumia

Eu sonhei que o vento soprava tanto
Que fez perder o som o sax

Eu sonhei que rajadas de luz cortavam o céu sagrado
Numa guerra com as estrelas

Eu sonhei que um clarão de luz fez parar a egrenagem
Do grande relógio, do tempo

Acordei assustada do meu sonho.
Fechei os olhos
E desliguei a TV.


4 comentários:

Fil Porto disse...

belíssimas as obras, a última é um primor, embora carregada de um efeito fantástico, simbolismos mirabolantes..o que aparentemente se acha que é..no fundo descobre-se o oposto..nem adianta dizer agora que eu cheguei a pensar em tudo o que vc me falou, vai aparentar ridículo..mas para mim era algo maior, a metáfora usada estaria de pano de fundo para algo mais aparente..porém naum...ela era o conteúdo....Katarina, Tsunamis,Iraque, é a era da simultaneidade, onde tudo é ao vivo realmente....parabéns tati..está uma verdadeira obra de arte, fantástica mesmo...gostei muito e não é da boca pra fora naum..
bjs

Fil Porto disse...

my dear i must confess that my text, the one u commented was somehow thinking about u..why not say, isn´t it? you´re my muse i must say, my inspiration that i enjoy so much...;-)

Filipe disse...

caraca tati...este invento que vc fez aí está deslumbrante..sua belíssima foto escondida dentro da poesia...mas po..coloca uma advertência...uma foto linda dessa mata um do coração...tem de estar preparado para lidar com tamanha beleza...bjks menina.

Anônimo disse...

Aimons toujours ! Aimons encore !...
Aimons toujours ! Aimons encore !
Quand l'amour s'en va, l'espoir fuit.
L'amour, c'est le cri de l'aurore,
L'amour c'est l'hymne de la nuit.

Ce que le flot dit aux rivages,
Ce que le vent dit aux vieux monts,
Ce que l'astre dit aux nuages,
C'est le mot ineffable : Aimons !

L'amour fait songer, vivre et croire.
Il a pour réchauffer le coeur,
Un rayon de plus que la gloire,
Et ce rayon c'est le bonheur !

Aime ! qu'on les loue ou les blâme,
Toujours les grand coeurs aimeront :
Joins cette jeunesse de l'âme
A la jeunesse de ton front !

Aime, afin de charmer tes heures !
Afin qu'on voie en tes beaux yeux
Des voluptés intérieures
Le sourire mystérieux !

Aimons-nous toujours davantage !
Unissons-nous mieux chaque jour.
Les arbres croissent en feuillage ;
Que notre âme croisse en amour !

Soyons le miroir et l'image !
Soyons la fleur et le parfum !
Les amants, qui, seuls sous l'ombrage,
Se sentent deux et ne sont qu'un !

Les poètes cherchent les belles.
La femme, ange aux chastes faveurs,
Aime à rafraîchir sous ses ailes
Ces grand fronts brûlants et réveurs.

Venez à nous, beautés touchantes !
Viens à moi, toi, mon bien, ma loi !
Ange ! viens à moi quand tu chantes,
Et, quand tu pleures, viens à moi !

Nous seuls comprenons vos extases.
Car notre esprit n'est point moqueur ;
Car les poètes sont les vases
Où les femmes versent leur coeurs.

Moi qui ne cherche dans ce monde
Que la seule réalité,
Moi qui laisse fuir comme l'onde
Tout ce qui n'est que vanité,

Je préfère aux biens dont s'enivre
L'orgueil du soldat ou du roi,
L'ombre que tu fais sur mon livre
Quand ton front se penche sur moi.

Toute ambition allumée
Dans notre esprit, brasier subtil,
Tombe en cendre ou vole en fumée,
Et l'on se dit : " Qu'en reste-t-il ? "

Tout plaisir, fleur à peine éclose
Dans notre avril sombre et terni,
S'effeuille et meurt, lis, myrte ou rose,
Et l'on se dit : " C'est donc fini ! "

L'amour seul reste. O noble femme
Si tu veux dans ce vil séjour,
Garder ta foi, garder ton âme,
Garder ton Dieu, garde l'amour !

Conserve en ton coeur, sans rien craindre,
Dusses-tu pleurer et souffrir,
La flamme qui ne peut s'éteindre
Et la fleur qui ne peut mourir !

Quem sou eu

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Rio de Janeiro, RJ, Brazil
Bacharel em Letras-Português Inglês pela UFRJ - Jornalista formada pela UNESA. Por mim mesma (26/07/2007) Não sei desenhar. Não vejo novela. Não sei quem é a atriz do momento. Como a nêga, nunca fui à Bahia não. Nem quero ir. Não gosto de mate. Não faço pilates. Nem ioga. Odeio Paulo Coelho. Abomino Jabour e Mainardi. Não queria morar numa cabana. Não queria ter um iate. Queria ter menos preguiça. Queria ter menos vontade. Queria tocar piano. Queria cantar. Bem alto. Queria ler todos os livros bons. Queria ler a alma, dos maus. Queria comer chocolate e não engordar. Rir na hora de calar. Queria ter mais amigos verdadeiros Queria ter menos amores vãos. Queria ter poderes mágicos. De parar o tempo. De fazer voltar as horas. Queria ter mais vidas Pra caber tudo Que eu queria ser.